Olá Nicola Já vi que não sou o primeiro a deixar comentário. Foi castigo por me dispersar por outros mundos mas que no fundo se dirigiam à tua pessoa. Vou tentar redimir-me deixando mais um soneto.
SAUDADES
Saudades! Sim... talvez... e porque não?... Se o nosso sonho foi tão alto e forte Que bem pensara vê-lo até à morte Deslumbrar-me de luz o coração!
Esquecer! Para quê?... Ah! como é vão! Que tudo isso, Amor, nos não importe. Se ele deixou beleza que conforte Deve-nos ser sagrado como pão!
Quantas vezes, Amor, já te esqueci, Para mais doidamente me lembrar, Mais doidamente me lembrar de ti!
E quem dera que fosse sempre assim: Quanto menos quisesse recordar Mais a saudade andasse presa a mim!
FLORBELA ESPANCA
Queria escrever assim amor mas não chega a tanto nem o engenho na arte. Fica no entanto o intuito e a mensagem. Beijinhos José
Cá está. Sou o 1º seguidor!
ResponderEliminarOlá Nicola
ResponderEliminarJá vi que não sou o primeiro a deixar comentário.
Foi castigo por me dispersar por outros mundos mas que no fundo se dirigiam à tua pessoa.
Vou tentar redimir-me deixando mais um soneto.
SAUDADES
Saudades! Sim... talvez... e porque não?...
Se o nosso sonho foi tão alto e forte
Que bem pensara vê-lo até à morte
Deslumbrar-me de luz o coração!
Esquecer! Para quê?... Ah! como é vão!
Que tudo isso, Amor, nos não importe.
Se ele deixou beleza que conforte
Deve-nos ser sagrado como pão!
Quantas vezes, Amor, já te esqueci,
Para mais doidamente me lembrar,
Mais doidamente me lembrar de ti!
E quem dera que fosse sempre assim:
Quanto menos quisesse recordar
Mais a saudade andasse presa a mim!
FLORBELA ESPANCA
Queria escrever assim amor mas não chega a tanto
nem o engenho na arte.
Fica no entanto o intuito e a mensagem.
Beijinhos
José