Morgadinha-do-Vale
sábado, 25 de agosto de 2012
Voei sem asas
Sempre que levanto voo presenteio
A imensidão do não pensar
No amanã que há-de ou não chegar
Voei sem asas.
1 comentário:
Nicola
25 de agosto de 2012 às 12:25
Somos o que pensamos
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