Quis-te tanto que gostei de mim
Tu eras o que não serás sem mim
Vivias de eu viver em ti
E mataste a vida que te dei
Por não seres como eu te queria
Eu vivia em ti o que em ti eu via
E aquela que não será sem mim
Tu viste-a como eu
E talvez para ti também
A única mulher que eu vi.
( ALMADA NEGREIROS )
a
És o único responsável pela dualidade
ResponderEliminarConfrontando-te com as tuas próprias contradições
Deixas de afirmar um bem absoluto
Frequentemente confundido com o teu interesse pessoal.
Nicola
ResponderEliminarÀs vezes é difícil conseguir um comentário para as tuas escolhas porque, conhecendo-te, não sei bem onde queres chegar.
Sei que tens uma mensagem implícita neste poema, que é difícil e vem de um autor ainda mais difícil, mas não consigo vê-la.
Deixo o meu apreço.
Beijinho
José Bento