terça-feira, 30 de agosto de 2011

Incógnito

Obgrigada pelo poema e pelo que ele transmite de carinho
Tenho andado por aí sem férias, mas divagando, tentando esvaziar as teias de aranha e preocupações que muitas vezes
me ocupam e não posso alterar. Isso depende de mim já que nos outros não posso mandar. Estou a reconhecer a velhice que deixa encontrar a calma e ver as coisas com peso diferente e com maior afastamento e digo-te que afinal não é tão  mau como isso. Continuo a ter saudades de muitas coisas, mas a perspectiva é diferente . Desejo que estejas em paz  com os teus amigos e companhia.
Essas amizades são uma preciosidade que afasta a solidão e conforta o desbravar dos nossos dias

1 comentário:

  1. Acredito que neste poema, que deconheço, deves descrever uma saudosa quimera de um poeta sem rosto, que no entanto ao mesmo tempo parece ser fonte
    de belas inspirações.

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