domingo, 19 de junho de 2011

Há sol na rua



Há sol na rua, mas eu não gosta da rua
Então fico em casa á espera que o mundo venha
Com as suas torres douradas
E as suas cascatas brancas
Com sua vozes de lágrimas
E com as canções das pessoas que estão alegres
Ou são pagas para cantar
E á noite chega um momento
Em que a rua se tranforma noutra coisa
E desaparece sob a plumagem
Da noite cheia de talvez
E de sonhos dos que estão mortos
E então saio para a rua
Ela estende-se até á madrugada
Um fuma espaira muioi perto
Todo o tempo é de poesia
Desde a névoa da mañhã
à névoa do outro dia











E

1 comentário:

  1. Tudo de bom na tua vida
    Obrigado por existires
    Obrigado pelo carinho
    Obrigado pela amizade
    Olha o dia amanhecendo e vais sentir
    Que em quase tudo há anjos tecendo
    O alvorecer
    Mas são raios de sol
    Que vêm descendo para iluminar
    O que de bom a gente sonha fazer
    Outros são canções suaves
    Que quando em silêncio a gente ouve em toda a parte
    Que soa em cada onda que bate
    Em cada sopro de vento
    Em cada grito selvagem
    Em cada bicho que come
    Em cada flor que nasce

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